quatro são presos em operação que investiga empresário assassinado em Castanhal

Médico e policial militar estão entre os presos durante ação da Polícia Civil realizada nesta terça-feira (18).

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Reprodução/portal SMG

A investigação sobre a morte do empresário Cairo Gutemberg Ribeiro Ferreira, o Cairo Berg, ganhou um novo capítulo nesta terça-feira (18). Quatro pessoas foram presas preventivamente durante uma operação da Polícia Civil do Pará que busca esclarecer o assassinato ocorrido em janeiro, em Castanhal.

Entre os detidos estão um médico e um policial militar. As ordens judiciais foram cumpridas em Bragança, Concórdia do Pará e Ananindeua, onde também foram realizadas buscas em endereços ligados aos investigados.

Cairo Berg tinha 25 anos e foi morto a tiros na noite de 11 de janeiro, enquanto estava em frente ao estabelecimento comercial onde trabalhava, na Rua Comandante Francisco Assis, região central de Castanhal.

Ao longo dos meses de investigação, os policiais reuniram diferentes elementos para tentar reconstruir os momentos que antecederam e sucederam o assassinato. Imagens de segurança, dados obtidos a partir do telefone da vítima, depoimentos e exames periciais foram analisados pela equipe responsável pelo caso.

Segundo a Polícia Civil, as informações levantadas indicaram, em tese, que os investigados poderiam ter participado de maneira articulada no planejamento e na execução do crime. A apuração também identificou um imóvel que teria sido utilizado como apoio antes do homicídio.

Para avançar na identificação dos envolvidos, os investigadores recorreram ainda à análise de veículos e deslocamentos, além de técnicas de reconhecimento facial e perícia prosopográfica.

A operação foi realizada por equipes da Delegacia de Homicídios de Castanhal, NAI, NIP, CORE, Delegacia do Jaderlândia e 12ª Seccional Urbana de Castanhal, com apoio da estrutura da Polícia Civil do Pará.

As prisões são resultado de uma investigação que ainda está em andamento. A Polícia Civil busca esclarecer a motivação do assassinato e definir a participação de cada um dos suspeitos no crime.

 
FONTE: Portal SMG